segunda-feira, 7 de maio de 2012

Regência Nominal

Regência Nominal é o nome da relação existente entre um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) e os termos regidos por esse nome. Essa relação é sempre intermediada por uma preposição. No estudo da regência nominal, é preciso levar em conta que vários nomes apresentam exatamente o mesmo regime dos verbos de que derivam. Conhecer o regime de um verbo significa, nesses casos, conhecer o regime dos nomes cognatos. Observe o exemplo:

Verbo obedecer e os nomes correspondentes: todos regem complementos introduzidos pela preposição "a". Veja:
Obedecer a algo/ a alguém.
Obediente a algo/ a alguém.
   Apresentamos a seguir vários nomes acompanhados da preposição ou preposições que os regem. Observe-os atentamente e procure, sempre que possível, associar esses nomes entre si ou a algum verbo cuja regência você conhece.
Substantivos
Admiração a, por Devoção a, para, com, por Medo a, de
Aversão a, para, por Doutor em Obediência a
Atentado a, contra Dúvida acerca de, em, sobre Ojeriza a, por
Bacharel em Horror a Proeminência sobre
Capacidade de, para Impaciência com Respeito a, com, para com, por

Adjetivos
Acessível a Diferente de Necessário a
Acostumado a, com Entendido em Nocivo a
Afável com, para com Equivalente a Paralelo a
Agradável a Escasso de Parco em, de
Alheio a, de Essencial a, para Passível de
Análogo a Fácil de Preferível a
Ansioso de, para, por Fanático por Prejudicial a
Apto a, para Favorável a Prestes a
Ávido de Generoso com Propício a
Benéfico a Grato a, por Próximo a
Capaz de, para Hábil em Relacionado com
Compatível com Habituado a Relativo a
Contemporâneo a, de Idêntico a Satisfeito com, de, em, por
Contíguo a Impróprio para Semelhante a
Contrário a Indeciso em Sensível a
Curioso de, por Insensível a Sito em
Descontente com Liberal com Suspeito de
Desejoso de Natural de Vazio de
Advérbios
Longe de
Perto de
Obs.: os advérbios terminados em -mente tendem a seguir o regime dos adjetivos de que são formados: paralela a; paralelamente a; relativa a; relativamente a.

REGÊNCIA VERBAL

REGÊNCIA VERBAL
Termo Regente:  VERBO
A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais).
O estudo da regência verbal permite-nos ampliar nossa capacidade expressiva, pois oferece oportunidade de conhecermos as diversas significações que um verbo pode assumir com a simples mudança ou retirada de uma preposição. Observe:
A mãe agrada o filho. -> agradar significa acariciar, contentar.
A mãe agrada ao filho. -> agradar significa "causar agrado ou prazer", satisfazer.
Logo, conclui-se que "agradar alguém" é diferente de "agradar a alguém".
Saiba que:
O conhecimento do uso adequado das preposições é um dos aspectos fundamentais do estudo da regência verbal (e também nominal). As preposições são capazes de modificar completamente o sentido do que se está sendo dito. Veja os exemplos:
Cheguei ao metrô.
Cheguei no metrô.
No primeiro caso, o metrô é o lugar a que vou; no segundo caso, é o meio de transporte por mim utilizado. A oração "Cheguei no metrô", popularmente usada a fim de indicar o lugar a que se vai, possui, no padrão culto da língua, sentido diferente. Aliás, é muito comum existirem divergências entre a regência coloquial, cotidiana de alguns verbos, e a regência culta.
Para estudar a regência verbal, agruparemos os verbos de acordo com sua transitividade. A transitividade, porém, não é um fato absoluto: um mesmo verbo pode atuar de diferentes formas em frases distintas

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Acrósticos


A palavra acróstico nomeia uma poesia em que as primeiras letras da cada verso formam,em sentido vertical,um ou mais nomes.


Exemplo de Acróstico:


Sabia que eu sou bonita?
A borboleta disse ao sapo:
Pobre batráquio asqueroso,
O que você é me causa nojo!


E o sapo,com toda calma do mundo,


Assim respondeu à borboleta:


Bonita é minha natureza anfíbia,
O que,também,me protege mais,
Rios e solos me dão guarida,
Brejos e até mesmo matagais!
O que você faz para se defender?
Livre,viajo sobre todos os animais!
E,num segundo,o sapo projetou
Tamanha língua no espaço,
Acabando,assim,com o embaraço!


(Derival Pedro Lavirod)

Minha Amiga

 Na vouta as aulas reencontrei minha amiga Nathalia Cristina o motivo,pelo seu nome era que seu pai gostava muito desse nome, ela é nascida em Jacarei-São Paulo, ja passou por varias escolas,Gente Pequena,Mariana Ribeiro e Zulma do Rosário Miranda.
 A sua maior lembraça da sua infancia é quando quebrou o braço, mas o melhor da Nathalia é sua percistencia pelo seu objetivo,e o seu maior defeito é ser muito irritada,mas ela é uma amiga mt companhera.
 Nathalia adora passando o tempo cozinhando estrogonoff,gosta muito de cachorros,a sua ideia de felicidade é ser idependente, sua autora favorita é    J. K. Rolling,contora é Jared leto e adele,seu filme favorito é um amor para recordar e juntos pelo acaso, Nathalia odeia falcidade, nao perdoa muito facil  depende da ocasiao,tem uma mania estralar os dedos, seu sonho de vida é se formar na faculdade,Nathalia já ves uma promeça para si mesma que nunca iria desepsionar seu pais e superar seus medos e sequir em frente,desejava ter o poder de mudar opiniao
 Tem como diversao sair com as amigas, perspectiva para 2012 passa de ano direto;uma frase marcante é jamais fazer o outro oque eu nao quero que façao para mim.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Palíndromos

Palíndromo é uma palavra ou uma frase que pode ser lida da mesma maneira tanto da esquerda para a direita como da direita para a esquerda.

Exemplo de Palíndromos:


*Ame a ema.
*Assam a massa.
*Anotaram a data da marotona.
*Assim a aia ai à missa.
*A diva em Argel alegra-me a vida.
*Após a sopa.
*Eva,esse essa ave.
*A mala nada na lama.
*A torre da derrota.
*Roma é amor.
*O céu sueco.
*O galo ama o lago.
*O lobo amo o bolo.
*Rir,o breve verbo rir.
*Ame o poema.
*Zé de Lima,rua Laura,mil e dez.

Ana e o Pernilongo

Havia um pernilongo
chamado Lino
que tocava violino.
Mas era tão pequenino
o Lino
e tocava tão fino
o seu violino,
que nunca ouvi o Lino
nem vi o Lino.

   José Paulo Paes

É poema ou não é?

O girino é o peixinho do sapo.O silêncio é o começo do sapo.O bigode é a antena do gato.O cavalo é o pasto do carrapato.O cabrito é o cordeiro da cabra.O pescoço é a barriga da cobra.O leitão é um porquinho mais novo.A galinha é um pouquinho do ovo.O desejo é o começo do corpo.Engordar é a tarefa do porco.A cegonha é a girafa do ganso.O cachorro é um lobo mais manso.O escuro é a metade da zebra.As raízes são as veias da seiva.O camelo é um cavalo sem sede.Tartaruga por dentro é parede.O potrinho é o bazerro da égua.A batalha é o começo da trégua.Papagaio é um dragão miniatura.Bactérias num meio é cultura.
                                                          Arnaldo Antunes